Morre Luc Montagnier, cientista controverso que descobriu o vírus da Aids

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O cientista Luc Montagnier, famosos por ser considerado o homem que descobriu o vírus da Aids, morreu, nesta terça-feira (9), em um hospital Paris, na França, aos 89 anos. Agraciado com o prêmio Nobel da Medicina em 2008, ao lado do colega Françoise Barre-Sinoussi, Montagnier foi responsável por isolar o vírus  causadora da doença, o HIV, o […]

POR Redação SRzd 10/2/2022| 2 min de leitura

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Luc Montagnier. Foto: Reprodução da TV

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O cientista Luc Montagnier, famosos por ser considerado o homem que descobriu o vírus da Aids, morreu, nesta terça-feira (9), em um hospital Paris, na França, aos 89 anos.

Agraciado com o prêmio Nobel da Medicina em 2008, ao lado do colega Françoise Barre-Sinoussi, Montagnier foi responsável por isolar o vírus  causadora da doença, o HIV, o que acelerou o caminho para testes e pesquisa de medicamentos antirretrovirais que, até hoje, mantêm a evolução dos infectados sob controle.

A Aids se tornou conhecido pelo mundo em 1981, quando médicos norte-americanos notaram, num determinado grupo formado por  jovens gays na Califórnia e de Nova York, altos índices de mortalidade.

Após comandar o departamento de Aids do Instituto Pasteur, de 1991 a 1997, passou a ser considerado pela comunidade científica como um personagem controverso.

Recentemente, foi alvo de denúncias por integrantes da categoria por teorias conspiratórias, sobretudo relacionadas à pandemia de Covid-19.

Entres as muitas polêmicas que colecionou, sugeriu que o autismo seria “causado por uma infecção” e montou experimentos criticados para provar sua tese, alegando que antibióticos poderiam curar a doença. Ainda disse que acreditava que qualquer pessoa com um bom sistema imunológico poderia combater o HIV com uma dieta correta.

Finalmente, afirmou que o novo coronavírus foi criado em laboratório e que as vacinas foram responsáveis pelo aparecimento das variantes, teorias estas rejeitadas por virologistas e epidemiologistas.

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O cientista Luc Montagnier, famosos por ser considerado o homem que descobriu o vírus da Aids, morreu, nesta terça-feira (9), em um hospital Paris, na França, aos 89 anos.

Agraciado com o prêmio Nobel da Medicina em 2008, ao lado do colega Françoise Barre-Sinoussi, Montagnier foi responsável por isolar o vírus  causadora da doença, o HIV, o que acelerou o caminho para testes e pesquisa de medicamentos antirretrovirais que, até hoje, mantêm a evolução dos infectados sob controle.

A Aids se tornou conhecido pelo mundo em 1981, quando médicos norte-americanos notaram, num determinado grupo formado por  jovens gays na Califórnia e de Nova York, altos índices de mortalidade.

Após comandar o departamento de Aids do Instituto Pasteur, de 1991 a 1997, passou a ser considerado pela comunidade científica como um personagem controverso.

Recentemente, foi alvo de denúncias por integrantes da categoria por teorias conspiratórias, sobretudo relacionadas à pandemia de Covid-19.

Entres as muitas polêmicas que colecionou, sugeriu que o autismo seria “causado por uma infecção” e montou experimentos criticados para provar sua tese, alegando que antibióticos poderiam curar a doença. Ainda disse que acreditava que qualquer pessoa com um bom sistema imunológico poderia combater o HIV com uma dieta correta.

Finalmente, afirmou que o novo coronavírus foi criado em laboratório e que as vacinas foram responsáveis pelo aparecimento das variantes, teorias estas rejeitadas por virologistas e epidemiologistas.

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