Vídeo mostra o ataque que matou presidente do Haiti
Circulam nas redes sociais imagens que mostram o momento de invasão da casa onde ocorreu o assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moïse, de 53 anos, na capital do país, Porto Príncipe. O ataque a tiros foi filmado por moradores de residências vizinhas, às 2h da madrugada desta quarta-feira (7), no horário de Brasília. O vídeo, […]
PORRedação SRzd7/7/2021|
2 min de leitura
Vídeo mostra o ataque que matou presidente do Haiti. Foto: Reprodução/Instagram
O ataque a tiros foi filmado por moradores de residências vizinhas, às 2h da madrugada desta quarta-feira (7), no horário de Brasília.
O vídeo, aparentemente gravado por uma testemunha que estava num edifício próximo à residência presidencial, mostra um grupo armado com fuzis, em trajes militares, se movimentando em frente ao imóvel onde estava Moïse. Após um breve posicionamentos dos homens, é possível vários disparos.
Assista:
?? HAITI
Vídeo da ação que provocou o assassinato de Jovenel Moïse, presidente do Haiti. Nenhuma segurança na residência??
A ativista @madanboukman, que vinha denunciado violações do governo Moïse, questiona e acredita que ele foi removido do poder pelos mesmos que o impuseram https://t.co/nF6ZoCSnQ2
A madrugada que marca o assassinato do presidente do Haiti também registrou tiroteios em várias regiões da capital Porto Príncipe. O país vive uma guerra entre milícias que disputam o controle de regiões e a polícia que tenta impor controle à violência desmedida.
O descontrole nas ruas deslocou, desde o início de junho, pelo menos 17 mil pessoas, de acordo com a Organização Internacional das Migrações (OIM), e causou a morte de dezenas de civis.
Desde 2017, quando se elegeu presidente do Haiti, Moïse vinha enfrentando forte oposição. O presidente assassinado era acusado de tentar impor uma ditadura no país ao tentar alterar as leis do país para permanecer no cargo, coisa que o agora presidente morto sempre negou.
Um relatório do Unicef (Fundo da ONU para a Infância) publicado há duas semanas estima que existam hoje 95 gangues armadas que controlam grandes territórios da capital, ou cerca de um terço de Porto Príncipe. “Essas gangues estão cada vez mais envolvidas em batalhas armadas pelo controle do território, afetando a vida de cerca de 1,5 milhão de pessoas”, afirma o documento.
O ataque a tiros foi filmado por moradores de residências vizinhas, às 2h da madrugada desta quarta-feira (7), no horário de Brasília.
O vídeo, aparentemente gravado por uma testemunha que estava num edifício próximo à residência presidencial, mostra um grupo armado com fuzis, em trajes militares, se movimentando em frente ao imóvel onde estava Moïse. Após um breve posicionamentos dos homens, é possível vários disparos.
Assista:
?? HAITI
Vídeo da ação que provocou o assassinato de Jovenel Moïse, presidente do Haiti. Nenhuma segurança na residência??
A ativista @madanboukman, que vinha denunciado violações do governo Moïse, questiona e acredita que ele foi removido do poder pelos mesmos que o impuseram https://t.co/nF6ZoCSnQ2
A madrugada que marca o assassinato do presidente do Haiti também registrou tiroteios em várias regiões da capital Porto Príncipe. O país vive uma guerra entre milícias que disputam o controle de regiões e a polícia que tenta impor controle à violência desmedida.
O descontrole nas ruas deslocou, desde o início de junho, pelo menos 17 mil pessoas, de acordo com a Organização Internacional das Migrações (OIM), e causou a morte de dezenas de civis.
Desde 2017, quando se elegeu presidente do Haiti, Moïse vinha enfrentando forte oposição. O presidente assassinado era acusado de tentar impor uma ditadura no país ao tentar alterar as leis do país para permanecer no cargo, coisa que o agora presidente morto sempre negou.
Um relatório do Unicef (Fundo da ONU para a Infância) publicado há duas semanas estima que existam hoje 95 gangues armadas que controlam grandes territórios da capital, ou cerca de um terço de Porto Príncipe. “Essas gangues estão cada vez mais envolvidas em batalhas armadas pelo controle do território, afetando a vida de cerca de 1,5 milhão de pessoas”, afirma o documento.