Angústia! Família aguarda resgate de brasileira que caiu em trilha de vulcão na Indonésia

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Mundo. Juliana Marins, de 26 anos, está desaparecida desde sexta-feira (20), após cair cerca de 300 metros durante uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia. A brasileira fazia um mochilão pela Ásia e participava de uma expedição com outros turistas e um guia local. Desde o acidente, familiares e amigos usam as […]

POR Redação SRzd 23/6/2025| 2 min de leitura

Juliana Martins. Foto: Reprodução/Instagram

Juliana Martins. Foto: Reprodução/Instagram

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Mundo. Juliana Marins, de 26 anos, está desaparecida desde sexta-feira (20), após cair cerca de 300 metros durante uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia.

A brasileira fazia um mochilão pela Ásia e participava de uma expedição com outros turistas e um guia local. Desde o acidente, familiares e amigos usam as redes sociais para mobilizar autoridades brasileiras e indonésias.

Um grupo de turistas espanhóis avistou Juliana e passou a monitorá-la, fazendo fotos e vídeos, inclusive com uso de drone.

Eles localizaram a jovem nas redes sociais, e foi assim que a família tomou conhecimento do caso e conseguiu contato com o grupo no último sábado (21).

As imagens mostram a vítima sentada em uma área inclinada, aparentemente com dificuldade de se levantar e retornar.

Segundo relatos da família, Juliana está ferida, imóvel e em uma área de difícil acesso. Até o momento, não há confirmação de que equipes de salvamento tivessem conseguido chegar até o local da queda.

Em nota, o Itamaraty se manifestou: “O Ministro das Relações Exteriores, em nome do governo brasileiro, também iniciou contatos de alto nível com o governo indonésio com o objetivo de pedir reforços no trabalho de buscas na cratera do Mount Rinjani”.

O último registro visual da brasileira foi feito por um drone operado por turistas, no sábado (21), às 17h30 (horário local).

Desde então, não houve mais sinal da jovem. A região onde ela caiu é remota e sem cobertura de celular, o que impede qualquer tipo de comunicação direta.

Resgate interrompido

A família da brasileira afirmou nas redes sociais que as buscas pela jovem foram novamente interrompidas, três dias depois do acidente, e que não há informações sobre como a niteroiense está.

O resgate havia sido suspenso neste domingo (22) também por causa das condições climáticas difíceis, com muita neblina.

Rodapé - mundo

Mundo. Juliana Marins, de 26 anos, está desaparecida desde sexta-feira (20), após cair cerca de 300 metros durante uma trilha no Monte Rinjani, na ilha de Lombok, Indonésia.

A brasileira fazia um mochilão pela Ásia e participava de uma expedição com outros turistas e um guia local. Desde o acidente, familiares e amigos usam as redes sociais para mobilizar autoridades brasileiras e indonésias.

Um grupo de turistas espanhóis avistou Juliana e passou a monitorá-la, fazendo fotos e vídeos, inclusive com uso de drone.

Eles localizaram a jovem nas redes sociais, e foi assim que a família tomou conhecimento do caso e conseguiu contato com o grupo no último sábado (21).

As imagens mostram a vítima sentada em uma área inclinada, aparentemente com dificuldade de se levantar e retornar.

Segundo relatos da família, Juliana está ferida, imóvel e em uma área de difícil acesso. Até o momento, não há confirmação de que equipes de salvamento tivessem conseguido chegar até o local da queda.

Em nota, o Itamaraty se manifestou: “O Ministro das Relações Exteriores, em nome do governo brasileiro, também iniciou contatos de alto nível com o governo indonésio com o objetivo de pedir reforços no trabalho de buscas na cratera do Mount Rinjani”.

O último registro visual da brasileira foi feito por um drone operado por turistas, no sábado (21), às 17h30 (horário local).

Desde então, não houve mais sinal da jovem. A região onde ela caiu é remota e sem cobertura de celular, o que impede qualquer tipo de comunicação direta.

Resgate interrompido

A família da brasileira afirmou nas redes sociais que as buscas pela jovem foram novamente interrompidas, três dias depois do acidente, e que não há informações sobre como a niteroiense está.

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