‘Devemos nos preparar para o pior’, diz embaixador Celso Amorim sobre ataques ao Irã
Tensão global. O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou, nesta segunda-feira (2), em entrevista ao canal GloboNews, que o Brasil deve “se preparar para o pior” diante do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, no Oriente Médio. “Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de […]
PORRedação SRzd2/3/2026|
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Celso Amorim. Foto: Reprodução da TV
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Tensão global. O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou, nesta segunda-feira (2), em entrevista ao canal GloboNews, que o Brasil deve “se preparar para o pior” diante do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, no Oriente Médio.
“Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”, afirmou. Ao ser questionado sobre o que seria “o pior”, Amorim mencionou um possível alastramento do conflito.
“O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento. O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais”, disse.
O embaixador acrescentou que vai falar, por telefone, com o presidente Lula ainda nesta segunda. Segundo interlocutores do Planalto, a diplomacia brasileira ainda vai avaliar como o conflito pode interferir na agenda de Lula com o presidente norte-americano, Donald Trump, neste mês.
Há uma previsão de que a ida de Lula a Washington ocorra de 15 a 17 de março. Na última sexta-feira (27), Trump disse aos jornalistas que “adoraria” receber o brasileiro.
“Estamos a poucos dias do encontro do presidente com Trump, em Washington. É sempre difícil encontrar o equilíbrio entre a verdade e a conveniência. Não perder a capacidade de diálogo sem comprometer a credibilidade exige destreza”, afirmou Amorim.
Tensão global. O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou, nesta segunda-feira (2), em entrevista ao canal GloboNews, que o Brasil deve “se preparar para o pior” diante do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel, no Oriente Médio.
“Ninguém é juiz do mundo. Matar um líder de um país, que está em exercício, é condenável e inaceitável. Devemos nos preparar para o pior”, afirmou. Ao ser questionado sobre o que seria “o pior”, Amorim mencionou um possível alastramento do conflito.
“O aumento vertiginoso das tensões no Oriente Médio, com grande potencial de alastramento. O Irã historicamente fornece armamento para grupos xiitas que estão em outros países, além de grupos radicais”, disse.
O embaixador acrescentou que vai falar, por telefone, com o presidente Lula ainda nesta segunda. Segundo interlocutores do Planalto, a diplomacia brasileira ainda vai avaliar como o conflito pode interferir na agenda de Lula com o presidente norte-americano, Donald Trump, neste mês.
Há uma previsão de que a ida de Lula a Washington ocorra de 15 a 17 de março. Na última sexta-feira (27), Trump disse aos jornalistas que “adoraria” receber o brasileiro.
“Estamos a poucos dias do encontro do presidente com Trump, em Washington. É sempre difícil encontrar o equilíbrio entre a verdade e a conveniência. Não perder a capacidade de diálogo sem comprometer a credibilidade exige destreza”, afirmou Amorim.