Especialista alerta que a invasão terrestre ao Irã pode desencadear a pior crise de energia da história
Mundo. A semana do setor de óleo e gás começou com a tensão novamente em alta e o mundo pode estar caminhando para a pior crise de energia de todos os tempos. Para o consultor da RX2, Felipe Rizzo, a depender dos desdobramentos nos próximos dias e semanas, o mundo pode entrar em um cenário […]
PORRedação SRzd31/3/2026|
2 min de leitura
Ataque dos EUA e de Israel ao Irã gera temor de escalada global
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Mundo. A semana do setor de óleo e gás começou com a tensão novamente em alta e o mundo pode estar caminhando para a pior crise de energia de todos os tempos.
Para o consultor da RX2, Felipe Rizzo, a depender dos desdobramentos nos próximos dias e semanas, o mundo pode entrar em um cenário onde a oferta de petróleo e derivados será menor do que a demanda mundial. Seria algo inédito na história da indústria de energia.
Mais do que isso: os danos ao setor seriam equivalentes aos que foram sentidos no auge do lockdown imposto pela pandemia de covid-19. O especialista avaliou que a estratégia americana é enfrentar o Irã e forçar uma retaliação que pode destruir a infraestrutura de petróleo de países do Golfo Pérsico, trazendo consequências avassaladoras e duradouras para todo o mercado.
Segundo Rizzo, após 20 dias de uma eventual tentativa americana de desobstrução de Ormuz por meio de uma invasão terrestre, cerca de 80% dos países poderiam entrar em estado de emergência. “Não existe energia suficiente para resolver esse problema. Isso não é apenas mais uma guerra. O cenário atual não se compara à invasão da Ucrânia ou à crise de 2022. Seria o mesmo cenário da pandemia de Covid-19, mas com todo mundo trabalhando”, alertou o consultor.
Mundo. A semana do setor de óleo e gás começou com a tensão novamente em alta e o mundo pode estar caminhando para a pior crise de energia de todos os tempos.
Para o consultor da RX2, Felipe Rizzo, a depender dos desdobramentos nos próximos dias e semanas, o mundo pode entrar em um cenário onde a oferta de petróleo e derivados será menor do que a demanda mundial. Seria algo inédito na história da indústria de energia.
Mais do que isso: os danos ao setor seriam equivalentes aos que foram sentidos no auge do lockdown imposto pela pandemia de covid-19. O especialista avaliou que a estratégia americana é enfrentar o Irã e forçar uma retaliação que pode destruir a infraestrutura de petróleo de países do Golfo Pérsico, trazendo consequências avassaladoras e duradouras para todo o mercado.
Segundo Rizzo, após 20 dias de uma eventual tentativa americana de desobstrução de Ormuz por meio de uma invasão terrestre, cerca de 80% dos países poderiam entrar em estado de emergência. “Não existe energia suficiente para resolver esse problema. Isso não é apenas mais uma guerra. O cenário atual não se compara à invasão da Ucrânia ou à crise de 2022. Seria o mesmo cenário da pandemia de Covid-19, mas com todo mundo trabalhando”, alertou o consultor.