Neta de John Kennedy tem câncer terminal aos 35 anos
EUA. A jornalista Tatiana Schlossberg, neta de John F. Kennedy (1917-1963), ex-presidente dos EUA e filha de Caroline Kennedy, revelou neste sábado (22) que está com câncer terminal em um texto escrito pela própria jornalista e publicado pela revista New Yorker. Ela diz que recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda logo após o nascimento de […]
PORRedação SRzd22/11/2025|
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John F. Kennedy. Acervo
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EUA. A jornalista Tatiana Schlossberg, neta de John F. Kennedy (1917-1963), ex-presidente dos EUA e filha de Caroline Kennedy, revelou neste sábado (22) que está com câncer terminal em um texto escrito pela própria jornalista e publicado pela revista New Yorker.
Ela diz que recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda logo após o nascimento de seu segundo filho, em maio do ano passado.
“Algumas horas depois [do parto], meu médico percebeu que meu hemograma estava estranho. Uma contagem normal de glóbulos brancos é de cerca de quatro a onze mil células por microlitro. A minha estava em cento e trinta e uma mil células por microlitro”, escreveu ela, que tem apenas 35 anos.
No relato, ela também cita os tratamentos e lamenta a tragédia que se abate sobre a vida de sua mãe, Caroline, que viu o pai, então presidente, ser assassinado em 1963. “Agora acrescentei uma nova tragédia à vida dela, à vida da nossa família, e não há nada que eu possa fazer para impedir”.
EUA. A jornalista Tatiana Schlossberg, neta de John F. Kennedy (1917-1963), ex-presidente dos EUA e filha de Caroline Kennedy, revelou neste sábado (22) que está com câncer terminal em um texto escrito pela própria jornalista e publicado pela revista New Yorker.
Ela diz que recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda logo após o nascimento de seu segundo filho, em maio do ano passado.
“Algumas horas depois [do parto], meu médico percebeu que meu hemograma estava estranho. Uma contagem normal de glóbulos brancos é de cerca de quatro a onze mil células por microlitro. A minha estava em cento e trinta e uma mil células por microlitro”, escreveu ela, que tem apenas 35 anos.
No relato, ela também cita os tratamentos e lamenta a tragédia que se abate sobre a vida de sua mãe, Caroline, que viu o pai, então presidente, ser assassinado em 1963. “Agora acrescentei uma nova tragédia à vida dela, à vida da nossa família, e não há nada que eu possa fazer para impedir”.