Carroças & sofrimento

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Como se vê, a crueldade do ser humano não tem limite.

POR Redação SRzd04/06/2006|2 min de leitura

Carroças & sofrimento
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“Estou cansado de ver o sofrimento de animais que tracionam carroças nas principais ruas do Rio, principalmente na Zona Oeste. Animais que após a exaustiva exploração, são abandonamos em via pública para morrerem à mingua.

Transportam até carcaças de automóveis. Trabalham a semana inteira, incluindo a noite, quando transportam a família do condutor. Diversas vezes, de madrugada, foram vistas na Av. das Américas, totalmente às escuras. São mal alimentados e não têm a atenção sanitária devida. Vieram ao mundo para sofrer.

Cada vez aumenta o número de carroças. Existe até uma feirinha de cavalos para essa finalidade.
Recentemente, e, infelizmente, assisti a manobra de uma carroça lotada de entulho de obra da qual eu não sabia quem era mais estúpido, o cavalo ou o condutor, um menor aparentando 14 anos. E, graças à obra divina, mais um acidente não ocorreu.

Tive um parente que faleceu ao colidir com uma carroça na Estrada dos Bandeirantes e sei quanto é traumático.

O art. 129 do Código Brasileiro de Trânsito de setembro de 1997 prevê: O registro e o licenciamento dos veículos de propulsão humana, dos ciclomotores e dos veículos de tração animal obedecerão à regulamentação estabelecida em legislação municipal do domicílio ou residência de seus proprietários.(grifamos).

Municípios menores que o Rio já regulamentaram há tempo o assunto.

Estamos ou não estamos na capital cultural do país.
Agradecido,

Carlos A C Moraes ‘ Advogado.”

Como se vê, a crueldade do ser humano não tem limite.

Marina W. é jornalista

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