ELEIÇÕES: Denise Frossard diz que oposição usou sua declaração para fazer reboliço

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Afirmação de que não subirá favelas durante campanha eleitoral gerou polêmica

POR Redação SRzd07/06/2006|2 min de leitura

ELEIÇÕES: Denise Frossard diz que oposição usou sua declaração para fazer reboliço
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A deputada federal Denise Frossard, pré-candidata do PPS ao Governo do Estado do Rio de Janeiro, disse estranhar a imensa repercussão que sua declaração sobre campanha eleitoral nas favelas ganhou nos últimos dias na imprensa. Na segunda-feira, durante evento no Rio, ela afirmou que, por não se sentir segura, não vai subir em favelas durante a campanha, limitando-se a divulgar seus projetos para as comunidades por entrevistas à imprensa. A declaração ocorreu durante café da manhã com o prefeito César Maia (PFL), no Palácio da Cidade, onde foi oficializada a aliança do PPS com o PFL e o PV para as eleições deste ano no Rio. A afirmação de que não entraria nas favelas foi duramente criticada por seus adversários.

‘Estranhei pois, afinal de contas, quem não sabe que a cidade do Rio de Janeiro, principalmente as comunidades onde residem as pessoas mais pobres, se tornou refém do crime?â?, indagou Denise Frossard.

Ela aproveitou um discurso no plenário da Câmara dos Deputados, ontem, em Brasília, para acusar os políticos fluminenses de fazer pacto com o crime organizado para entrar nas comunidades dominadas por traficantes.

‘Quando um repórter me perguntou se eu faria campanha nas favelas do Rio, respondi que o governo do estado não me garante segurança para entrar nas comunidades carentes reféns do crime. Isso foi o bastante para que houvesse um grande reboliço entre os aliados e para que os adversários acendessem suas lanternas e seus holofotesâ?, justificou a pré-candidata.

A secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio informou que a política adotada é a de segurança para todos. Por meio da assessoria de imprensa, o secretário Roberto Precioso Junior garantiu que a política de segurança implantada nos últimos três anos não sofrerá qualquer alteração por conta de ‘discursos de palanqueâ?.

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