Cheryl Berno concorre à vaga de desembargadora do TRF2

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Nessa segunda-feira (27), na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Brasília, os conselheiros e conselheiras da OAB federal, quatro por estado, vão escolher seis advogadas para compor a lista sêxtupla para uma vaga de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2a região (TRF 2), que atende o Rio de Janeiro e o Espírito Santo. […]

POR Redação Srzd26/05/2024|3 min de leitura

Cheryl Berno concorre à vaga de desembargadora do TRF2
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Nessa segunda-feira (27), na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Brasília, os conselheiros e conselheiras da OAB federal, quatro por estado, vão escolher seis advogadas para compor a lista sêxtupla para uma vaga de desembargadora do Tribunal Regional Federal da 2a região (TRF 2), que atende o Rio de Janeiro e o Espírito Santo.

Na primeira fase, 21 advogados e advogadas que passaram na primeira fase, de análise curricular, de experiência e formação, concorrem a seis vagas. Depois, os nomes serão encaminhados para escolha do próprio Tribunal e, por fim, para o presidente Lula, que escolhe uma pessoa.

Em meio a discussão sobre a necessidade de mais vagas para mulheres, o processo ainda não tem quotas para o gênero, mas há seis advogadas concorrendo, dentre as quais uma forte representante das entidades empresariais, que manifestaram seu apoio à OAB, para a Dra. Cheryl Berno, que atua há mais de 30 anos, e já foi conselheira da Agência Estadual de Fomento (AgeRio), do Conselho de Contribuintes do Estado e do Federal (CARF) e é colunista jurídica do Portal SRzd.

“A população do Rio de Janeiro espera por uma escolha por competência, e não política, porque anseia por juízes que tenham experiência acadêmica, mas também conheçam as dores do dia a dia dos cidadãos e empresas. Depois de mais de 30 anos de advocacia diária, de duas pós e um mestrado, de prêmios e publicações, dar aulas e ser conselheira do estado e do CARF, resolvi me candidatar a desembargadora do TRF pela OAB do Rio”, afirma Cheryl.

“Sempre quis ser juíza, fiz até curso para a magistratura federal, mas acho que para ser tem que antes de tudo ter formação acadêmica e longa experiência com o dia a dia da advocacia. Entendo que temos que ter juízes que conheçam as nossas dores e lutas, para que os Direitos sejam respeitados, dos cidadãos, cidadãs e empresas, ainda mais em tempos de informações vindas até de fontes que a usam para derrubar sistemas, processo eletrônico, inteligência artificial. Não podemos deixar de ter representantes que conheçam bem os direitos, inclusive da advocacia. Não conheço um conselheiro ou conselheira federal. Apresentei as cartas de apoio das maiores representantes das entidades empresariais do estado, aonde tive a oportunidade de trabalhar por décadas. Sempre me pautei pela ética e pela honestidade, acredito na Justiça, então espero mesmo contar com o apoio das colegas e dos colegas”, concluiu.

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